Um pouco depois

é sempre longe demais

Archive for the category “Livros”

Dia Do Livro Português

Dia 26 de Março. Comemora-se hoje o Dia do Livro Português. E palmas para mim que estou de momento a ler um, Húmus, de Raul Brandão.

E  nestas coisas bom bom é em vez de dizermos “ah, que giro, o Dia do Livro Português”, é passarmos à prática e ler de facto um. Para isso a Leya, através da colecção Bis, disponibilizou nada mais nada menos do que uma lista dos livros de bolso em português ( só para relembrar os mais distraídos).

Vai daí fez um post no seu blog onde poderão ter um mais rápido acesso aos títulos disponíveis. E mais importante de tudo ( nesta crise ) é o facto de serem… a menos de 10€ …

É de aproveitar.

( Claro que me dá vontade de os comprar todos de uma só vez… )

Livro que compraria só pela capa – IV

Só porque é mesmo fofinha a capa.

Sinopse aqui .

Become Someone Else

Uma excelente campanha publicitária da MintVinetu. Se já ouviram dizer que a leitura permite-nos por instantes ser outra pessoa, aqui o conceito é levado à letra ( ou à foto ).

Saiba mais aqui .

 

Livro que compraria só pela capa – III

Este é mais um daqueles livros pelos quais ando a babar. Pronto, é mais um editado pela Quetzal, mas que se há-de fazer? Parece que só sabem editar livros bonitos ( por dentro e por fora ).

Podem consultar a sinopse aqui.

Tenho por hábito acompanhar também a escrita de Manuel Jorge Marmelo através do seu blog, o Teatro Anatómico.

O Melhor Que Um Homem Pode Ter

E, afinal, vasculhando bem, parece que sempre há por cá The Best A Man Can Get, em português.

O Melhor Que Um Homem Pode Ter, de John O’Farrell foi editado em pela Editorial Presença, corria o ano de 2005, e está à venda na Wook.

Ainda não cheguei a meio da leitura da versão original, em inglês, mas dá já para ver que é um bom livro para se oferecer.

E é claro que é daqueles livros em que o personagem principal nos faz sempre lembrar alguém próximo.

 

World Book Night 2012

E que tal fazerem um coisinha destas em países tipo…PORTUGAL???

O World Book Night promete oferecer numa única noite, este ano a 23 de Abril, nada mais nada menos do que 1 milhão de livros! Sim leram bem. 1 milhãozinho de livrinhos!!

A má notícia: nenhum deles virá para Portugal. Os felizardos com acesso a este grande evento que celebra a literatura moram na Irlanda, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos.

Alguém que avise as entidades competentes deste acontecimento singular e quem sabe para o ano Portugal dá um ar da sua graça. Ou uns livrinhos da sua graça, vá.

Saiba mais sobre o evento em www.wordlbooknight.org

E agora a pergunta para 50.000 euros. Já sabem o que vão fazer na noite de 23 de Abril???

 

Livro que compraria só pela capa – II

Os livros da Quetzal, se ainda não foram, vão com certeza ser considerados num futuro próximo os livros com as mais belas capas.

Às Cegas, de Cláudio Magris, tem chegada prevista às livrarias para 23 de Março.

Prémios Agustina Bessa-Luís e Fernando Namora darão 25 mil euros a autores portugueses

“A Estoril-Sol volta a instituir este ano o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, de 25 mil euros, e o Prémio Literário Fernando Namora, do mesmo valor, em homenagem aos dois grandes escritores. O júri, comum aos dois prémios, será presidido pelo escritor e ensaísta Vasco Graça Moura.

Lançado no quadro das comemorações do 50º aniversário da Estoril-Sol, o Prémio Literário Revelação, no valor de 25 mil euros, propõe-se distinguir, anualmente, um romance inédito de autor português, sem qualquer obra publicada no género e com idade não superior a 35 anos, segundo o divulgado em comunicado.

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, destinado a dinamizar as Letras portuguesas, é mantido o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e cujo Júri foi presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís.

O Prémio Literário Fernando Namora, reservado a romances publicados, agora com periodicidade anual, repete-se em 2012, também com o valor de 25 mil euros. Recorde-se que foi Gonçalo M. Tavares, com o seu romance «Uma Viagem à Índia», o vencedor no ano passado.

A recepção de originais para a 5ª edição do Prémio Literário Revelação terminará em 25 de Maio próximo, de acordo com o respectivo Regulamento. Para a 15ª edição do Prémio Literário Fernando Namora o prazo de recepção de romances publicados em 2011 expira a 30 de Abril, salienta a organização.”

Por: Diário Digital

The best a man can get

“I found it hard woring really long hours when i was my own boss. The boss kept giving me the afternoon off. Sometimes he gave me the morning off as well. Sometimes he’d say ‘Look, you’ve worked pretty har today, why don’t you take a well-earned rest tomorrow.’ If i overslept he never rang me to ask where i was; if i was late to my desk he always happened to turn up at exactly the same time; whatever excuse i came up with, he always believed it. Being my own boss was great. Being my own employee was a disaster, but i never thought abaut that side of the equation.”

Ainda só li um capítulo ( cerca de 30 páginas ) mas estou a gostar bastante. É sobretudo divertido. Conta a história de Michael Adams, que compõe músicas para anúncios publicitários e leva uma vida dupla.

Este é mais um dos livros que habitavam a estante cá de casa mas que ainda não tinha sido alvo da minha leitura até ao momento.

Don’t ask me why!

Os Crimes da Rua Morgue / O Mistério de Marie Rogêt

Como tinha previsto, a leitura de Os Crimes da Rua Morgue teve a duração de…1 dia! Uma história que acaba por ter um final..diferente daquilo que o leitor esperava.

Mas este livro, da Biblioteca de Verão do JN/DN, traz ainda outro conto policial: O Mistério de Marie Rogêt. Quanto a mim, muito mais interessante do que o afamado Os Crimes da Rua Morgue, chegando Dupin mesmo a afirmar que ‘estamos perante um caso bem mais complexo que o da rua Morgue‘.Relata o caso do assassinato da jovem Marie Rogêt, em Paris.

Curioso é o facto de este caso ter sido inspirado num caso real ocorrido nos Estados Unidos da América. ‘Mary Cecilia Rogers foi assassinada nos arredores de Nova Iorque‘. Em O Mistério de Marie Rogêt, Edgar Allan Poe segue todos os factos principais do crime de Mary Rogers, de acordo com a imprensa da época.

Interessante é também o facto de o fim da história ficar em aberto, uma vez que até à publicação da mesma o mistério sobre Mary Rogers não havia sido desvendado. No entanto sabe-se que, durante a investigação o assassino chega a participar das averiguações. Só anos mais tarde viria a confessar o crime. No caso da história de Edgar Allan Poe esse pessoa é a dona da hospedaria.

Bem, eu demorei para entender o fim da história ( por ficar em aberto ) e até fiquei um pouco chateada, como que a olhar à procura da conclusão. Mas o ponto creio ser mesmo esse. Não haver conclusão. Ou então, a conclusão já foi tirada ao longo do relato dos acontecimentos, cabendo ao leitor fazer a sua própria conclusão.

Não conhecia nada sobre Edgar Allan Poe. Fiquei agora curiosa por ler mais depois desta pequena amostra com este pequeno livro.

Gosto da maneira como escreve e do raciocínio com que desvenda os crimes. Simples e capaz de captar a atenção do leitor até ao último suspiro.

Fiquei fã.

E sendo assim, eis uma pequena lista do que há de Allan Poe em português e me espera no futuro:

O Escaravelho de Ouro

A Narrativa de Arthur Gordon Pym de Nantucket

Um Homem na Lua

Todos os Contos Vol. I

Todos os Contos Vol. II

A Carta Roubada

Histórias Extraordinárias

Contos Policiais

Outros Contos Fantásticos

Edgar Allan Poe

O Corvo

Amargas Foram As Horas

 

 

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